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 Conclusão

 
Na aldeia diz-se que também a vida é como um rio que corre e de novo a simbólica da água aflora caracterizando o inconsciente sentir dos homens sem tempo para a reflexão, na aldeia, como o rio que não tem tempo para uma paragem.

A água, mercê da diversidade do seu uso, da urgência da sua presença, da própria simbólica que integra, da dinâmica que provoca no seio da comunidade tornou-se
fortíssima razão da identidade da mesma comunidade, espelho que a mesma se revela.

E por isso que o rio, as fontes, os moínhos, a tão simples poesia dos gestos de umas mãos que segurm um cântaro, os ancestrais modelos de gestão, os instrumentos de rega ou de transporte de água se classificam como documentos de profunda lição sobre os homens.

                                                                         

Bibliografia:
Oliveira, Ernesto Veiga e outros, Tecnologia popular Portuguesa. Sistemas de moagem, Instituto Nacional de Investigação científica, Centro de estudos de Etnologia
Ribeiro, Aquilino, Aldeia, Terra, Gente e Bichos

 

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