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O espírito carnavalesco desta população
Pelas suas características de pacientes e nada ousados, esta população contenta-se facilmente com o seu “status”. Excessivamente bairrista, atrai-lhe essencialmente a horta e a leira que o sustentam, com a sua casa, e uma alimentação com poucas proteínas animais. Trabalha no campo do nascer ao pôr do sol, e muito económico em tudo, amealhando durante a vida para oferecer aos filhos. Como tal vive sem sem grandes luxos e alheio a altos confortos.
Assim sendo, com esta vida rotineira do dia a dia, também é de possuírem a contrapartida e de quando em quando, de horas de regalo, alegria, convivência, festa, ou seja rituais de vida e de festejo próprios da ocasião do ano em causa.
Discutimos neste trabalho o Carnaval:
tais festejos, outrora consagrados à divindade egípcia Ísis, mas  adquirido dos gregos que os realizavam em honra de Dionísos, um deus do vinho e dos prazeres da carne.
O uso de máscaras que ocorre durante os festejos de Carnaval (em que estas que procuram representar alguém sem ser a própria morte). tem na sua origem um carácter religioso relacionado ainda com o culto dos mortos. Acendem-se fogueiras  são lidas as pulhas e os "testamentos" na queima do judas e outros bonecos.
Perdida que foi a sacralidade primitiva, os festejos chegam até nós pela tradição, despojados de espiritualidade, apenas envoltos em fantasia e divertimento, mas contendo ainda em si os elementos   que o determinaram. 
A tradição trouxe até nós tais práticas que passaram a fazer parte do folclore sernancelhence
       

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