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Castanha dos Soutos da Lapa
 
   
Castanha dos Soutos da Lapa
Denominação de Origem Protegida

As castanhas obtidas a partir de castanheiros das variedades autóctones Martaínha e Longal, sendo a sua colheita feita manualmente. A variedade Martaínha tem cor castanha clara, forma arredondada, sabor sui generis e a variedade Longal tem cor castanho-avermelhada muito brilhante e estrias escuras longitudinais, forma elíptica alongada e sabor sui generis.
O uso da Denominação de Origem obriga a que a castanha seja produzida de acordo com as regras estipuladas no caderno de especificações, o qual inclui, designadamente, as condições de produção, colheita e acondicionamento do produto. A rotulagem deve cumprir os requisitos da legislação em vigor, mencionando também a Denominação de Origem. A Castanha dos Soutos da Lapa deve ostentar a marca de certificação aposta pela respectiva entidade certificadora.




 

   

 

 

 

Apresentação:
Comercialmente pode apresentar-se acondicionada em embalagens de rede, ráfia ou serapilheira, correspondentes às seguintes quantidades líquidas: 1 kg, 5 kg, 10 kg, 15 kg e 25 kg.

Área geográfica:
A área geográfica de produção abrange algumas freguesias dos concelhos de Armamar, de Tarouca, de Tabuaço, de São João da Pesqueira, de Moimenta da Beira, de Sernancelhe, de Penedono, de Lamego, de Aguiar da Beira e de Trancoso.

História:
José Mattoso referencia o facto de esta castanha ter servido para pagamentos de rendas no século XIII (segundo R. Duran). Aquilino Ribeiro , referindo-se ao castanheiro, diz: “(...) trezentos anos a crescer, trezentos anos em seu ser, outros trezentos em morrer”. A tradição oral é muito rica no que se refere à castanha, sob a forma de ditados ou de adivinhas. Poir exemplo: No dia de S. Julião quem não assar um magusto não é cristão”, “Pelo S. Martinho castanhas e vinho”, Alto está, alto mora. Em abrindo a boca logo chora” e “Sete castanhas são um palmo de mão”.

 

 

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